Obs.: Essa notícia não é engraçada, mas é MUITO bizarra no sentido legal!
A australiana Demi-Lee Brennan tinha nove anos de idade e um sério problema no fígado quando recebeu o transplante de um novo. Nove meses depois, seus médicos constataram que ela havia mudado de tipo sanguíneo e que seu sistema imunlógico trocou o seu tipo anterior (O-) com o tipo sanguíneo do doador do órgão (O+) após células-tronco do seu novo fígado migrarem para sua medula óssea.
“Isso é extremamente incomum - na verdade não sabemos de nenhum caso similar“, disse Michael Stormon, o hepatologista responsável pelo estudo do caso - “No final das contas ela acabou tendo um transplante de medula óssea. A maioria do seu sistema imunológico também se transmutou no sistema do doador do fígado“.
Um artigo sobre o caso foi publicado na edição de quinta-feira do jornal estadunidense ‘The New England Journal of Medicine’.
“Eu não consigo agradecer o bastante. É como ter uma segunda chance para viver” - Disse a saudável jovem que hoje tem 15 anos.
Os médicos que trataram Brennan estão interessados em saber se esse caso pode ter aplicações em cirurgias de transplante, onde a rejeição dos órgãos doado pelo sistema imunológico de um paciente é um dos principais problemas da operação.
Stormon diz que aparentemente Brennam pode ter tido sorte graças a uma “seqüência de eventos do destino“, incluindo uma infecção pós-transplante, que pode ter dado às células-tronco do doador a chance de proliferar na medula-óssea, onde as células sanguíneas são desenvolvidas.
A questão agora é descobrir o que aconteceu e como replicar o que aconteceu. “É mais fácil falar do que fazer“, diz Stormon, mas acrescenta que o caso pode ser de uma importância crucial. “O Cálice Sagrado da medicina de transplantes é a imuno-tolerância. Brennan é o exemplo de que isso pode ocorrer”.
(BT)




Porque o ser humano é o único animal que tropeça na mesma pedra duas vezes.


James Janega, do Chicago Tribune, diz que a frase - ou uma parte dela - infiltrou o New York Times em 1974, apareceu em um artigodo Washington Post sobre boliche e esteve presente no Boston Globe nove vezes de 1987 a 2000, incluindo “Se um presidente de Harvard em algum momento intervir em algo como uma promoção ou um curso marcado, será algo disfarçado, o trabalho de uma mão invisível.”




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